Série de entrevistas Iniciação Científica Newton 20 anos: Luciana Dadalto

25 de Março de 2019, 16h06

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Em 2019, a Newton celebra os 20 anos do Programa de Iniciação Científica da instituição. No dia 1º de março, foi publicado no site o resultado do processo seletivo, que inclui projetos de cursos como Direito, Odontologia, Psicologia, Engenharia, Letras e Pedagogiga.

Aproveitando que março é o mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher e que o Brasil é o país íbero-americano com a maior porcentagem de artigos científicos assinados por mulheres - tanto como autora quanto co-autora -, uma série especial foi feita. Nela, nove mulheres da Newton dão entrevistas sobre as trajetórias profissionais delas, com destaque para a área de pesquisa.

A primeira delas é a professora Luciana Dadalto. Ela é advogada, doutora e faz parte do corpo docente de Direito da Newton desde 2015. Há dois anos, desenvolve pesquisas na instituição e sua principal área de atuação é o direito médico. Ela também coordena o Grupo de Ensino e Pesquisa em Bioética (GEPBio), que no fim de 2017 teve 13 trabalhos aprovados no XII Congresso Brasileiro de Bioética.

Confira a seguir a conversa! Nas próximas duas semanas, serão publicadas as outras entrevistas da série.

 

Qual é a sua formação acadêmica e área de atuação?
Graduei-me em Direito na PUC Minas, local em que realizei meu mestrado em Direito Privado. Depois, fiz doutorado em Ciências da Saúde na Faculdade de Medicina da UFMG. Minha área de atuação é em Bioética e Direito Médico.

Há quanto tempo você está na Newton como professora? E envolvida em pesquisa? 
Entrei na Newton em 2015. Estou envolvida com pesquisa na Newton desde 2017.

Você sempre se interessou pela área de pesquisa? Quando foi o “start”? 
Sim, desde a Faculdade de Direito. Fiz iniciação científica, monitoria e aí o caminho para o mestrado e doutorado se abriu.

Qual pesquisa você está desenvolvendo no momento? Existe alguma que considera mais relevante ou que tenha trazido mais realização para você? 
Eu pesquiso há dez anos sobre a autonomia do paciente no fim da vida. Todas as minhas pesquisas atuais são adjacentes a esse tema.

Qual é a sua perspectiva para a ciência no futuro? 
Desejo que a pesquisa seja uma área mais valorizada pelo governo, pelas instituições públicas e privadas e pelos alunos. Acredito que teremos cada vez mais mulheres, mas que continuaremos sofrendo para obter reconhecimento.

Deixe uma mensagem para as mulheres que querem seguir esses passos. 
Pesquisa é amor, a gente não explica, apenas sente. Se você sente, nunca acredite nas pessoas que te dirão que você não é capaz. Você desejará desistir todas as noites e decidirá continuar todos os dias. Porque o que importa é o caminho e não a vitória.

 

 

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