Série de entrevistas Iniciação Científica Newton 20 anos: Andréia Abrahão Sant’Anna

26 de Março de 2019, 13h46

S%c3%a9rie de entrevistas inicia%c3%a7%c3%a3o cient%c3%adfica newton 20 anos andr%c3%a9ia abrah%c3%a3o sant%e2%80%99anna

Hoje é dia de publicar a segunda entrevista especial da série sobre a Iniciação Científica da Newton. Em 2019, comemora-se 20 anos do setor na instituição e, como março é o mês do Dia Internacional da Mulher, nove mulheres foram destacadas.

Nesta terça-feira, o rosto é o de Andréia Abrahão Sant'Anna, professora de Engenharia. Ela é engenheira química, especialista em automação industrial e sempre teve interesse pela área de pesquisa. Atualmente, a docente desenvolve com os alunos de engenharia estudos na área de novas tecnologias.

Confira a seguir a entrevista!

 

Qual é sua formação acadêmica e área de atuação?
Sou formada em Engenharia Química pela UFRJ e possuo especialização em Automação Industrial (UFMG) e Engenharia de Segurança do Trabalho (PUC-MG). Entrei este semestre no  Mestrado em Engenharia Química na UFMG.

Há quanto tempo você está na Newton como professora? E envolvida com pesquisa?
Estou há dois anos e meio na Newton e envolvida com pesquisas na Instituição há dois anos e três meses.

Você sempre se interessou pela área de pesquisa? Quando foi o “start”?
Quando decidi cursar Engenharia Química meu objetivo principal era trabalhar com pesquisas em Engenharia Genética. Durante a graduação, me envolvi com três pesquisas de Iniciação Científica: uma com Termodinâmica Aplicada e outras duas com polímeros. Depois disso, a vida foi me levando por outros caminhos e comecei a trabalhar com projetos de Engenharia. Agora estou do outro lado, como orientadora, e é gratificante poder ensinar e relembrar todo o trabalho que meus orientadores desempenharam enquanto aluna de IC. 

Qual pesquisa você está desenvolvendo no momento? Existe alguma que considera mais relevante ou que tenha trazido mais realização para você?
Neste momento, estou com dois alunos do programa PIBIT, ligado à Inovação Tecnológica. A primeira delas é o Holograma para fins educacionais, que é revolucionar o ensino de disciplinas de forma tridimensional, para ficar mais lúdica e atrativa. A outra pesquisa é criar um aplicativo que possa promover maior integração entre os alunos, realizando o empréstimo de objetos como calculadoras, jalecos, materiais de desenho, entre outros. O legal dessa pesquisa é poder solucionar problemas para os alunos da nossa instituição de forma prática.

Qual a sua perspectiva para ciência no futuro? 
Eu acredito que para a sobrevivência da pesquisa, ela deve se atualizar; que os pesquisadores parem de focar em publicação de artigos em revistas científicas e passem a pensar que o objetivo da pesquisa é resolver os problemas do mundo, de forma prática e simples. Somente assim, as pesquisas científicas serão valorizadas em nossa sociedade, de forma ampla.

Deixe uma mensagem para as mulheres que querem seguir esses passos:
Vivam com propósito de deixar o mundo um pouco melhor e façam tudo com paixão e brilho nos olhos. Sejam inspiradoras. Vai lá e faz!

 

 

Serviços Online

fechar