Saiba como seus perfis nas redes sociais podem alavancar ou arruinar sua carreira profissional

21 de Dezembro de 2018, 11h20

Saiba como seus perfis nas redes sociais podem alavancar ou arruinar sua carreira profissional

Você é do tipo que posta tudo que está acontecendo nas suas redes sociais? Ou é um daqueles que não se importam muito e praticamente não têm uma existência digital? De acordo com uma pesquisa recente realizada pelo site CareerBuilder, nenhum desses dois extremos é ideal, se você está procurando por emprego, ou quer avançar no seu atual.

Segundo o levantamento, 70% dos empregadores entrevistados investigam as redes sociais dos candidatos antes de contratá-los; 30% deles têm um funcionário responsável exclusivamente por essa checagem de bons antecedentes virtuais; 50% já deixaram de contratar alguém devido ao conteúdo postado em seus perfis. Metade também acompanha as postagens atuais de seus empregados – e mais de 30% repreenderam ou demitiram um subordinado por conteúdos considerados impróprios.

E se você acha que a melhor resposta a esses números é não postar nada, está enganado. Não ter uma presença online pode ser ainda mais prejudicial no atual mercado de trabalho: 57% dos empregadores afirmaram ser menos provável selecionar alguém que não pode ser encontrado em nenhuma rede social. E 44% contrataram alguém devido a algo que viram em seus perfis. Mas, então, o que esses headhunters procuram no seu Facebook, Instagram, Twitter e Linkedin? Basicamente, quatro coisas:

- Informações que comprovem sua qualificação para a vaga;
- Uma persona profissional online;
- O que as outras pessoas estão postando sobre você;
- Qualquer razão pela qual eles não devam te contratar.

Quer saber como transformar esses recursos em um trunfo e não em um calcanhar de Aquiles? As dicas a seguir são um bom começo, mas lembre-se da regra básica é única: poste sempre como se você já estivesse seguindo a política de redes sociais da empresa onde quer trabalhar.

Não seja controverso: guarde suas opiniões mais polêmicas, especialmente sobre raça, gênero e religião, para a mesa do bar. E pense bem antes de falar mal de alguém. Um total de 30% das empresas consultadas na pesquisa deixaram de contratar um candidato porque ele desancou seu antigo empregador em suas mídias sociais;

Não compartilhe informações pessoais demais. Pense o seguinte: só compartilhe nas redes aquilo que você se sentiria confortável revelando no ambiente de trabalho. Cerca de 38% dos empregadores descartaram candidatos por causa de posts envolvendo bebidas, drogas, ou fotos e vídeos provocativos demais.

Não poste a mesma coisa em todas as redes: cada rede é diferente e tem um objetivo e um perfil próprio. Saber usar bem essas distinções a favor das suas ambições profissionais é fundamental.

Use o Instagram como um portfólio visual de suas conquistas e interesses, para expressar seu senso estético e criativo, e se conectar com pessoas que você admira. Já o Twitter é um bom espaço para fazer comentários relevantes sobre temas em voga na sua área e compartilhar artigos e notícias de interesse para seus colegas. No Facebook, seja casual e reforce seu caráter familiar e seus amigos, com vídeos, fotos e conteúdos que construam você como uma marca. E não se esqueça de participar de grupos profissionalmente relevantes, para não ficar de fora do que está acontecendo. Por fim, não seja aquela pessoa que só atualiza o Linkedin quando está procurando emprego. Mantenha seu perfil constantemente ativo, com os cursos, especializações e habilidades recentemente adquiridos, além de conquistas profissionais e conteúdos relevantes.

E não se esqueça: as redes são sociais. Interaja. Comente. Compartilhe. E boa sorte na seleção!

 

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