Pesquisadores e profissionais com perfil investigativo são mais bem vistos pelo mercado de trabalho

26 de Setembro de 2017, 08h40

Pesquisadores e profissionais com perfil investigativo s%c3%a3o mais bem vistos pelo mercado de trabalho

Se você pensa ou já pensou alguma vez em ingressar na área de pesquisa saiba que, hoje em dia, a iniciação científica é o grande diferencial dos profissionais que querem se destacar em qualquer carreira.

De acordo com a coordenadora da Iniciação Científica (IC) da Newton, Cínthia Pacheco, a valorização dos profissionais que unem experiência prática e conhecimento acadêmico é uma tendência de mercado. Cada vez mais, empresas e universidades vem se aproximando no intuito de colocar mais pesquisadores e profissionais da área para pensarem, juntos, em melhores soluções.

“A missão da universidade hoje é ir além de promover o conhecimento, é desenvolver indivíduos capazes de buscar e encontrar respostas para os problemas que permeiam a sociedade. E quanto mais cedo você formar pesquisadores melhor”, afirma a docente. Ela defende a inserção precoce do aluno de Graduação em projetos de pesquisa com o objetivo de aprimorar qualidades desejadas em um profissional de nível superior, bem como para estimular e iniciar a formação daqueles mais vocacionados para a pesquisa.

De fato, a experiência científica passou a ter mais valor além dos limites da universidade. Porém, os benefícios da IC vão além do complemento curricular. O aluno que ingressa na iniciação científica desenvolve um espírito investigativo e se torna mais criativo e arrojado, o que acaba se tornando um diferencial em qualquer carreira que ele opte por seguir. “Claro que o objetivo maior é identificar talentos para a ciência. Mas os ganhos não enormes, mesmo para aquelas pessoas que não seguirão carreira como pesquisadoras, pois ela aflora a capacidade necessária para a inovar e desenvolver novas tecnologias e soluções”, explica Cínthia.

Segundo a coordenadora, as áreas com maior potencial de desenvolvimento na iniciação científica são as engenharias e os cursos relacionados à saúde e à tecnologia.

Se depois disso tudo você ainda acha que vai ser difícil conciliar emprego e carreira científica, fique atento (a) a esta dica:

Muitas companhias têm desenvolvido programas de recrutamento nas instituições de ensino. Ao mesmo tempo, outras também apoiam e desenvolvem, em parceria com as universidades, programas e financiam centros de pesquisa como forma de driblar a concorrência, aumentando a capacidade de inovação.

“No ramo automobilístico encontramos diversos exemplos de empresas que investem em pesquisa porque, assim, estas têm profissionais capazes de desenhar veículos muito mais inteligentes, a partir de processos de produção muito mais eficazes, com menos desperdício e pensando no meio ambiente”, afirma.

Na Newton, os estudantes contam com alguns programas de pesquisa. Quer conferir? Acesse este link!



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